SEPARADORES

5.10.13

ONÍRIA - INSTALAÇÃO E FOTOGRAFIA

5 OUTUBRO A 16 NOVEMBRO_2013
EDIFÍCIO BANCO DE PORTUGAL

ONÍRIA - INSTALAÇÃO E FOTOGRAFIA
SILVIA PATRICIO + SOFIA MOTA


Duas artistas de Leiria trocaram ideias, o sonho cresceu e nasceu "Oníria".
Sofia Mota está agarrada à fotografia há um par de anos. As artes plásticas fazem parte de Sílvia Patrício desde sempre. "Oníria" representa o encontro das duas — e a propagação de uma energia que contagiou por exemplo o designer João Nascimento, autor da banda-sonora, e Ricardo Portela, que se entusiasmou pela realização de uma curta-metragem.

"Oníria" são peças de um sonho. É uma narrativa, uma série de objectos que servem de adereços às fotos de Sofia. É uma personagem (a própria Sílvia) que viaja "num mundo imaginário em diálogo com o mundo real". "É um sonho com tragédia implícita. É um sonho estranho, mas um sonho", interpreta a fotógrafa. "Mais do que uma exposição, Oníria desafia-se a constituir uma vivência e uma descoberta, convidando o espectador à partilha e à participação na mesma".







27.7.13

PERCURSOS - DESENHO / PINTURA / ESCULTURA

27 JULHO A 20 SETEMBRO_2013
EDIFÍCIO BANCO DE PORTUGAL

PERCURSOS - desenho . pintura . escultura
Mostra de trabalhos de alunos da escola Secundária Domingos Sequeira





3.6.13

CASA DOS SENTIDOS - HIRONDINO PEDRO

1 JUNHO A 13 JULHO_2013
EDIFÍCIO BANCO DE PORTUGAL

CASA DOS SENTIDOS
HIRONDINO PEDRO

Apresenta-se o espaço expositivo com uma alteração no paradigma artístico convocando o visitante a experienciar a arte, enquanto qualidade que existe em todos nós, vulgarmente negado ao visitante/participante. Não somente como local de legitimação simbólica da produção do artista, ou fruição das peças expostas ordenadamente à recepção passiva do público, mas assumindo-se como lugar de fruição do fazer artístico.
A exposição divide-se em dois pólos: o primeiro piso acolhe uma instalação desenhada e executada pelo artista para este espaço específico intitulada “um tom para o ser” que reconstrói o ambiente de um atelier de pintura, onde o visitante poderá participar na criação plástica.
No segundo piso apresentam-se obras finalizadas estruturando-se essencialmente em três séries de pintura, “saudades de Epicuro”, “deus na Primavera” e “histórias entre o céu e a Terra”, complementada com esculturas e instalações de carácter formal, mais específico.
A abertura para a multiplicidade linguística de diferentes premissas criativas, permite estimular a capacidade sensorial nos seus diversos expoentes, como forma de estimular percepções mais amplas e fundamentadas. Transpõe-se, assim, a ideia de “estilo” como uma marca artística que se afirma, muito vulgar no contexto sociocultural actual.

NOTA BIOGRÁFICA
Hirondino Pedro, nasceu em 1964. Dedica-se às artes plásticas nas vertentes de pintura, escultura, instalação, ilustração e cenografia, tendo participado de forma continuada em exposição individuais e colectivas desde 1981. Licenciado em Animação Cultural, tem promovido o usufruto e formação do ensino artístico, enquanto mentor e formador no Atelier das Artes. Espaço de formação pelas artes plásticas, sediado em Leiria.







9.4.13

SOBREVIVENTES - FILIPE SILVA

6 ABRIL A 18 MAIO_2013
EDIFÍCIO BANCO DE PORTUGAL

SOBREVIVENTES
IMAGENS DE UM MUNDO A PRESERVAR

FOTOGRAFIA DE FILIPE SILVA

Filipe Silva nasceu em 1974. 
A sua paixão pela natureza fez sempre parte da sua vida e ainda adolescente passou muito do seu tempo rodeado de livros que retratavam a vida animal. Um dia após comprar a sua primeira câmara fotográfica, decidiu retratar o mundo de uma forma especial, começando a viajar pelo nosso planeta em busca de espécies  paisagens, culturas e tradições, levando-o a especializar-se na fotografia de Natureza, Vida Selvagem e Viagens.
O resultado dessas aventuras, ficou bem guardado nas suas fotos, expressando a emoção de estar no lugar certo na hora certa. A fotografia permitiu-lhe explorar o mundo e ver tudo de maneira diferente, levando-o a partilhar esta visão do mundo através de exposições, palestras e sessões de formação orientadas para o conhecimento e a preservação.
Desde 2005 que algumas das suas fotos chegaram as semifinais e finais do prestigiado concurso da BBC “Wildlife Photographer of the year”.
O fotógrafo têm sido premido em diversos concursos de fotografia internacionais, de onde se destaca:
“Highly Commended” em 2006 no concurso “European Wildlife Photographer of the Year”.
3º e o 13º lugar no “Internacional Bird photographer of the year”.
As suas imagens são habitualmente publicadas em livros, revistas e calendários, promovendo a preservação e divulgando locais, espécies e tradições












5.2.13

MADE IN JAPAN

2 FEVEREIRO A 23 MARÇO_2013
EDIFÍCIO BANCO DE PORTUGAL

MADE IN JAPAN
ESCULTURA, GRAVURA E PINTURA

MÁRIO LOPES


Mário Lopes é um artista natural de Leiria que tem tido a oportunidade de desenvolver o seu trabalho um pouco por todo o mundo.

Iniciou a sua carreira na Escola de Artes da Batalha, passando por Carrara (Itália) e recentemente pelo Japão, onde a cultura oriental influenciou parte dos seus novos trabalhos. 

Adopta a escultura como base da sua criação, mas também faz uso de outros materiais e técnicas, como a gravura e a pintura. 

Esta exposição é uma retrospectiva do período que passou pelo Japão, fazendo com que Ocidente e Oriente sejam a base de investigação da sua actual linha de trabalho, relacionando por exemplo a calçada portuguesa com os jardins de pedra japoneses. 

Está representado em várias coleções privadas e públicas em países como Argentina, Coreia do Sul, Japão, Líbano, Portugal, Irlanda, Republica Checa, Espanha, Alemanha, Irão, Israel, França, Taiwan e Brasil.










9.1.13

RECONHECER LEIRIA

08 DEZEMBRO DE 2012 A 15 JULHO_2013
m|i|mo - museu da imagem em movimento

RECONHECER LEIRIA
Memórias e imagens do século XX


Com esta exposição procura-se percecionar uma Leiria construída de memórias – escritas e imagéticas, lançando-se um olhar sobre a cidade nas suas múltiplas vertentes – o texto que ilustra, a imagem que fala, o movimento que perpetua a memória.


Intenta-se (re)Conhecer Leiria através das palavras de Raul Faustino de Sousa, ilustrativas da 1ª metade do século XX, e pelos olhos de José Fabião, que a retratou desde meados do século passado até à transição com o novo milénio.
As imagens escritas de Raul de Sousa, as suas histórias, os pequenos factos, os recantos e os rostos das pessoas, são a forma singela mas profunda de registar a história duma cidade, iluminar o negrume do esquecimento e deixar no presente um outro motivo para animar novas etapas de estudo e sistematização do conhecimento sobre o nosso destino urbano.Dos temas tratados pelo memorialista chegaram poucas imagens, contudo procurou-se identificar documentos gráficos alusivos (postais, fotografias, plantas, entre outros) da perspectiva sugerida pelas memórias escritas de Raul Faustino de Sousa que, de forma impressiva, ilustrassem os diversos motivos, lugares e pessoas que este evocou.José Fabião registou durante anos, de forma sistemática, as imagens das pessoas, da cidade, da sua sociologia vivencial, sendo o seu espólio um manancial de informação de grande valor técnico e artístico. Os trabalhos apresentados, de retrato individual e colectivo de pessoas, bem como de acontecimentos significativos ocorridos na cidade, são, em jeito de homenagem à sua obra, o preito ao mérito de um profissional filho da cidade.Esta exposição resulta de um esforço de recolha de documentação e de imagens da cidade e das suas vivências, recorrendo a vários arquivos, acervos, espólios, fundos e coleções. Avançou-se na exploração de acervos, institucionais e particulares, até agora desconhecidos ou pouco utilizados, no sentido de proporcionar ao público novas formas de aceder às imagens, fixas ou em movimento, em suporte papel, digital ou outros. A comissão organizadora agradece e valoriza o trabalho de salvaguarda e conservação das entidades detentoras, reconhecendo o inestimável interesse e valor da sua ação.O Município de Leiria vem assim homenagear um memorialista e um fotógrafo que, de forma inequívoca e incontornável, deixaram para os vindouros a marca de uma cidade que, ao longo de todo o século XX, foi objecto de importantes modificações e palco de várias gerações e personalidades que ficaram indelevelmente gravadas para a história.Contemplar as imagens sugeridas pelo texto ou objetivamente facultadas representa, nesta exposição, um interessante exercício para os visitantes (re)conhecerem Leiria ou (re)verem nela momentos e figuras significativos do século XX.A cidade de Leiria provoca na memória de quem a vive, um envolvimento profundo, um sentimento de pertença, uma ternura infantil e ingénua, na qual os leirienses se reveem quando a percorrem com os olhos e as lembranças.










4.1.13

MUSEU DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

04 A 31 JANEIRO_2013
TEATRO JOSÉ LÚCIO DA SILVA


MUSEU DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
História do Parlamentarismo


O Parlamento de Portugal é constituído, desde 1976, por uma única Câmara, designada Assembleia da República. Trata-se de um dos órgãos de soberania consagrados na Constituição, para além do Presidente da República, do Governo e dos Tribunais, sendo, nos termos da Lei fundamental, a "Assembleia Representativa de todos os cidadãos portugueses".A Constituição, o Regimento e o Estatuto dos Deputados definem as competências e as regras de funcionamento da Assembleia da República, bem como os direitos e deveres dos seus Membros, garantindo as relações de separação de poderes e independências relativamente aos outros órgãos de soberania.No Hemiciclo realizam-se as sessões plenárias da Assembleia da República, na presença de 230 Deputados eleitos nas eleições legislativas. Todas estas Sessões são públicas e decorrem às quartas e quintas-feiras às 15h00, e às Sextas-feiras às 10h00. O posicionamento dos Deputados é efetuado da esquerda para a direita, em relação à Mesa da Presidência, por grupos parlamentares.